30 de março de 2009

Em miúdos

A felicidade é uma coisa engraçada, não é?!
Vivemos com o que às vezes parece ser o único objetivo de vida, que é encontrá-la, e quando acontece, não nos damos por satisfeitos e insistimos em achar algum defeito.
Reclamamos que algo não era tão verde como desejávamos, que não tinha todas as bolinhas coloridas que pedimos, que tem um amassado no fim da página e/ou um verso sem rima.
Perfeccionismo até para ser feliz.
Não nos contentamos nem com um quase cheio...
Existe algum momento de felicidade plena?
Sim, existe.
E é tão gostoso quando você decide abrir mão de problemas e dedica-se a vivê-la e só!
É um só com sensação de todo.
Você é feliz como um todo. Como uns todos.
Sou uma pessoa otimista, muito por sinal.
Quando tenho que pensar em problemas faço uma tabela mental e verifico quem ganha no placar "felicidade x problema".
Não é que eu viva no País das Maravilhas, até tento, mas isso é impossível com a vida adulta. Da Terra do Nunca nem passei perto, cresci e assumo o lado chato disso.
Estou feliz, plenamente, com o copo transbordando.
Não tenho medo de dizer isso, não tenho medo de inveja.
Desejo é que todos encontrem verdadeiros motivos para sorrir e sentir o coração pulando, que nem a boba alegre aqui.

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